segunda-feira, 1 de maio de 2017

Ler, recitar e encantar Zum Zum Zum MG II A –Manhã-Professora Jani



“A arte não reproduz o que vemos.

Ela faz-nos ver.”
Paul Klee

Releitura da ilustração – poesia Zum Zum Zum –
Lalau e Laurabeatriz
Pintura com tinta guache - suportes gráficos variados: caixas de pizza e rolinhos de papel higiênico para confecção da colmeia e abelha.
 Dando continuidade às releituras de obras e poesias, a proposta de hoje foi a pintura de caixas de pizzas e rolinhos de papel (enviados pelas famílias) a vivência aconteceu no bosque, lugar que as crianças adoram.




 A professora Jani ofereceu os materiais e deixou que se organizassem quanto a pintura, uma vez que não havia uma caixa para cada um.





As crianças participaram animadamente e até criaram uma canção durante a pintura, em um outro momento na sala pintaram os rolinhos com capricho e cuidado!








https://youtu.be/2Jgp5pCwbLc

“Os pequenos nos convidam a experimentar.
Eles têm a arte dentro de si.
Eles criam arte.
Eles nos dizem algo.
Algo que perdemos.
Algo atraente e sedutor.
Algo que reconhecemos.
E que não podemos explicar.
Tudo é muito maior.
Para as crianças pequenas existe uma conexão direta entre vida e obra.
Essas são coisas inseparáveis. ”
Anna Marie Holm
                                                                                            

Não basta contar tem que encantar! Parceria Cei Vereador José Gomes X Emef Marechal Eurico Gaspar Dutra


A melhor história não é a que contamos e sim a que vivemos!

“Integrar, nesse caso, não significa desconsiderar diferenças entre os objetivos e direitos de aprendizagem de cada etapa/segmento, mas sim, garantir que as concepções, ações e registros considerem bebês e crianças reais em sua inteireza e potencialidade tanto na Educação Infantil quanto no Ensino Fundamental. ”
SME/DOT Educação Infantil e DOT Ensino Fundamental e Médio

Um dos objetivos da Educação Paulistana é promover reflexões sobre as práticas pedagógicas que favoreçam um processo de transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental articulando os trabalhos desenvolvidos nas duas etapas, através de um Currículo integrador.

“O currículo integrador da Infância Paulistana que envolve a Educação Infantil e o Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de São Paulo pressupõe que o trabalho coletivo das Unidades Educacionais se fundamente no planejamento de propostas pedagógicas que acolham e respeitem as vozes de bebês e crianças, suas histórias e potencialidades. ”
Currículo Integrador da Infância Paulistana 8
 II - O currículo integrador na perspectiva de uma educação democrática: concepções e princípios.

E dentro dessa proposta, tivemos o prazer de passar uma manhã contando história na Emef Marechal Eurico Gaspar Dutra, a professora Jani presenteou as crianças com a contação O caso do bolinho de Tatiana Belinky.


As histórias infantis têm papel fundamental na formação do indivíduo, tornando-o criativo, crítico e capaz de tomar decisões. 



Quando se conta uma história, deve-se ter em mente que aquele momento será de grande valia para a criança, pois através desses contos será formado um banco de dados de imagens que será utilizado nas situações interativas vividas por ela.









Foi uma manhã maravilhosa, o envolvimento e concentração dos pequenos nos emocionou!



Brincando com as cores - MG II A - professora Cleide


 “O professor não ensina, mas arranja modos de a própria criança descobrir. Cria situações-problemas. “
Jean Piaget


O grande segredo para o sucesso da aprendizagem é equilibrar o que será ensinado com aquilo que a criança está preparada a aprender.
Uma ótima maneira de estimular e observar esse processo é através do lúdico, que tal a divertida brincadeira Pega bolinhas, onde a professora Cleide espalhou muitas pela sala e sugeriu que os pequenos as separassem pelas cores, mas logo  “transformaram” a vivência e encheram as roupas com as bolinhas, que bagunça! (rsrsrsr).
É a partir da manipulação de objetos que a criança começa a estabelecer relações de comparação, correspondência, classificação e seriação, para a construção do pensamento lógico-matemático, a criança precisa manipular objetos: contar tampinhas, pegar bolinhas, apertar brinquedos, separar e agrupar antes de entender o que é quantidade, números e ou sistema de medidas.
As crianças brincam e aprendem ou aprendem enquanto brincam, você pode escolher!

“Quando olho uma criança ela me inspira dois sentimentos, ternura pelo que é, e respeito pelo que posso ser.”
 Jean Piaget



domingo, 23 de abril de 2017

No mundo das sensações B II A/B e C


“O saber que não vem da experiência não é realmente saber. “
Lev Vygotsky
As experiências com estimulações sensoriais são essenciais no desenvolvimento dos bebês, estimulam e desenvolvem os sentidos, além do sistema nervoso melhorando a concentração, a memória e aguçando a curiosidade.
Vivências e ambientes estimulantes são fundamentais, logo as professoras buscam despertar o interesse dos pequenos das formas mais variadas possíveis.Vejamos algumas:
“Tinta” congelada ( professoras Luci, Claudia e Regina)
Sentir, tocar e experimentar...que gelado! Vamos desenhar com um pincel congelado (água + corante alimentício).











 E não é que as pinturas ficaram bonitas e coloridas, então vamos enfeitar a sala, uma boa maneira para os pequenos poderem apreciar as produções.












E as explorações não terminam por ai...
Piscina de sagu (professoras Adriana e Sabrina)
“As experiências e vivências sensoriais são “alimento” para o cérebro, que tem a função de “organizar" as sensações do próprio corpo e do mundo, de forma a ser possível o uso eficiente do corpo no ambiente”
 (AYRES, 1972)








Percursos no desenho (canetinha)
“Se dermos às crianças a mesma liberdade no processo artístico que lhes damos em suas brincadeiras, as crianças chegarão a excelência no aprimoramento do processo criativo. ”
Anna Marie Holm
















“Professores ideais são aqueles que se transformam em pontes e que convidam os alunos a cruzá-la, depois de ter facilitado sua passagem, com alegria e colapso, incentivando-os a criar pontes a partir de suas próprias atitudes. ”
Nikos Kazantzakis